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terça-feira, 21 de abril de 2015

20 dicas incríveis sobre corrida



Quatro feras no assunto - Paulo Zogaib, da Unifesp; Marcos Paulo Reis, do Pão de Açúcar; Ademir Paulino, da Companhia Athletica; e Fabiana Pereira, da 4any1 - dão dicas para quem pretende correr 10 km
1. Entre um treino e outro, ande de bicicleta. A pedalada fortalece as coxas e melhora a capacidade do joelho de amortecer o impacto da corrida. A bike, nesse caso, teria o mesmo efeito que o exercício com peso para as pernas indicado na matéria.

2. Muitos corredores recomendam que se coma banana todos os dias. A fruta possui potássio, o que teoricamente diminui o risco de cãibras. Mas nenhum dos meus entrevistados recomendou isso. Eles apenas indicaram uma dieta balanceada e com frutas (que pode ser qualquer uma).

3. Outra recomendação muito comum entre os corredores é correr para um rodízio de carnes assim que terminar uma prova. Isso, segundo dizem alguns, seria uma forma de repor as proteínas do corpo, todo debilitado. Trata-se de outro mito. Ademir Paulino, professor da Companhia Athletica, desaconselha o truque: "Em vez de gastar energia para se recompor, o organismo passaria a se dedicar à digestão de toda essa carne". Marcos Paulo Reis, do Pão de Açúcar, também não recomenda: "O mais provável é que a pessoa vai engordar, só isso".

4. A esteira é uma boa alternativa para ganhar condicionamento físico. Além disso, amortece mais as passadas do que o chão. Mas quem pretende fazer uma prova de rua não pode treinar apenas nessa máquina. Nela, o corpo faz um sentido vertical, para manter o equilíbrio. Na rua, o sentido é para a frente. "Quem só treina na esteira costuma ter muita dificuldade para correr na rua por uma questão de equilíbrio", afirma Ademir Paulino. "Corredores de esteira têm mais chance de torcer o pé, porque o piso da rua é irregular, enquanto na esteira é totalmente plano", diz Fabiana Pereira, da 4any1.

5. O tênis não pode ser apertado. Alguns atletas preferem até comprar um número acima. Também é preciso estar atento à inclinação da sola. Há tênis para pessoas que pisam com o pé inclinado para dentro e pessoas que pisam para fora. Certas lojas oferecem testes para se descobrir isso. Na dúvida, opte por um calçado neutro, que não tem inclinações para os lados.

6. Pessoas acima do peso correm mais risco de sofrer lesões numa corrida. O ideal é ter um peso satisfatório para completar a prova com segurança. Se você está com sobrepeso, reduza o ritmo até conseguir perder alguns quilinhos.

7. Para saber se você está ou não em um bom ritmo, aqui vai uma dica curiosa: tente conversar com um parceiro. "Se o atleta não tiver fôlego para falar a palavra Piracicaba, então é melhor diminuir a marcha", brinca Paulino.

8. Correr com muita chuva não é indicado, pois a água pode molhar o tênis e formar bolhas. Mas, se o tempo estiver apenas com uma leve garoa, não há desculpa.

9. Em dias muito frios, o treino pode não valer a pena. O risco de pegar um resfriado aumenta muito. Se você achar que dá para arriscar, comece o treino agasalhado e depois fique apenas com camiseta de manga comprida. "Ao final, lembre-se de trocar a camiseta suada o mais rápido possível", diz Fabiana.

10. Se você joga futebol e quer treinar para uma corrida de 10 km, há dois treinos semanais possíveis, segundo Ademir Paulino, da Companhia Athletica:
//. Caso jogue apenas uma vez por semana, faça mais dois treinos semanais de corrida com 6 a 7 km.
//. Caso jogue duas vezes por semana, faça mais um treino semanal de 6 a 7 km.

11. Mulheres devem correr com tops justos para evitar desconforto. Caso o incômodo com as passadas continue, o ideal é usar dois tops. Isso ajuda a evitar que os seios caiam por causa do movimento da corrida (esse é um tema polêmico entre os especialistas, mas algumas pesquisas já insinuaram isso).

12. Um acompanhamento profissional é sempre indicado para os corredores. "Todo mundo precisa ter um médico que o acompanhe e peça os exames necessários", diz Marcos Paulo Reis, consultor do grupo Pão de Açúcar.

13. O torrone, normalmente entregue ao se completar a prova, oferece uma boa quantidade de carboidratos. Mas alguns consultores acham que a ingestão rápida de muito açúcar, muito rápido, não faz tão bem assim. Já a barrinha de cereal não tem contra-indicações.

14. Antes da competição, conheça o trajeto da prova. Isso ajuda a reduzir o estresse no dia. Sem contar que talvez seja necessário guardar um pouco de energia para uma subida no final (todo mundo já cansou de ouvir aquela historinha da subida da Brigadeiro no final da São Silvestre...).

15. Em dias de sol, não se esqueça do boné, do protetor solar e de tomar bastante água.

16. Há muitas diferenças entre as provas de 10 km do Brasil. Algumas são repletas de subidas e descidas. Se possível, comece por uma prova de 10 km que seja plana e à noite, em razão da temperatura mais amena, ou em uma época não tão quente.

17. Acostume-se a beber água nos treinos. "Não é raro encontrar pessoas que têm refluxo durante as provas porque não se acostumaram a isso", diz Fabiana Pereira, da 4any1.

18. Durma bem. Uma boa noite de sono ajuda a recuperar os músculos, reforçar os ossos e queimar as gorduras. Na noite anterior a uma prova, a falta de sono pode ser cruel com a disposição. O recomendado é dormir oito horas.

19. Se correr, não beba. Se beber, não corra. O álcool provoca desidratação, aumenta a freqüência cardíaca e pode provocar tonturas no treino. Além disso, a bebida é muito calórica e pode atrapalhar o controle do peso.


20. Caso você fique algumas semanas sem correr, volte a treinar num ritmo bem leve. Jamais tente voltar ao ponto em que estava. Para isso, é preciso paciência. Se você ficou um mês sem treinar, terá que correr por um mês para chegar ao ponto em que parou.


Amo correr! E amo o grupo a que pertenço: Marcia Proença. Correr com amigos faz bem p alma!

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Katita


sábado, 18 de abril de 2015

Relacionamento: Mulheres ficam amigas após descobrirem que todas as quatro tinham o mesmo namorado.

SÃO PAULO - Uma mulher linda, independente e interessante (e ainda malhada na medida certa e de longos cabelos negros) namora 2014 inteirinho com um quase cinquentão alto, bonito, sedutor (um tiquinho careca, o que até lhe conferia um certo charme). No final, o príncipe vira um tremendo sapo, depois que ela descobre que ele tinha outras três namoradas. Fixas e que não sabiam uma das outras.
A história é só mais uma prova de que, às vezes, a ficção imita mesmo a realidade. No melhor estilo “minha vida dava um filme”, Silvana Mattievich, de 44, Roberta Rodrigues, 43, Marjory Queiroz, 23, e Jéssica Vilas Boas, 25, marcaram de se encontrar bem no dia do aniversário de XY (como será chamado o personagem masculino dessa história).
A vingança foi saboreada a frio, como deve ser. As quatro mulheres combinaram o encontro num bar (Jéssica, que mora em Salvador, foi para SP especialmente para isso). Tiraram dezenas de fotos brindando juntas e criaram uma conta no Instagram, marcando o namorador em série. Fizeram insinuações sobre seu desempenho, com hashtags como #nãoguentanem5minutos. Hoje, são amigas de viajar juntas.
Roberta diz que, depois da fase homem perfeito, XY mostrou logo o lado ciumento e controlador de sua personalidade. As brigas, a maioria causadas de propósito e por motivos bobos, serviam como brecha para que tivesse chance de encontrar as quatro. Mesmo na era das redes sociais, ele conseguiu mantê-las isoladas uma das outras por muito tempo. Jéssica lembra que XY tinha contas no Facebook e no Instagram, mas dizia que não queria expor a sua vida particular.
— Ele não deixava que nenhuma de nós o marcasse nas fotos. Falava que só tinha as redes para contatos de trabalho e que não interessava a ninguém o que ele fazia ou onde estava — afirma ela.
Marjory ressalta que todas foram bloqueadas com a desculpa de que ele não suportava curtidas e elogios à sua namorada.
— Era para que não bisbilhotássemos. Mas ele nos desbloqueava para poder nos vigiar — diz.
VIAJAR, BRINDAR E DAR A VOLTA POR CIMA
Foi Silvana quem desmascarou o namorador em série. De olho no comportamento de XY nas redes sociais, reparou que um de seus contatos no Facebook, a baiana Jéssica, de repente sumiu. Foi a deixa para mandar uma mensagem Inbox para a outra. Depois de descobrir mais duas também pelo Face, na época do último Natal, as quatro criaram um grupo no WhatsApp.
— Estávamos chocadas, revoltadas, decepcionadas. Começamos a montar o quebra-cabeça do qual cada uma de nós tinha um pedaço. Contamos nossas histórias, dividimos fotos e situações que passamos com ele. Foi muito difícil e doloroso perceber que tínhamos sido enganadas por tanto tempo. Aquele homem por quem nos apaixonamos não existia — conta Silvana, que ficou com ele de janeiro a dezembro de 2014.
Depois que se conheceram pessoalmente em um bar em São Paulo (encontro em que riram, beberam e que é encarado por elas como uma espécie de catarse), o quarteto planejou comemorar o aniversário de Jéssica em Salvador, em fevereiro. Os quatro dias que passaram juntas foram especiais, diz Marjory, namorada de XY de novembro de 2013 a dezembro de 2014:
— Foi uma celebração do livramento e da nossa amizade. Com os limões, fizemos uma caipirinha.
Roberta concorda que foi em Salvador que as quatro encontraram umas nas outras um elo positivo que as ligava.
— Só nós nos entendíamos perfeitamente. Isso fez nascer carinho, respeito e gratidão. Somos muito diferentes, mas ganhamos essa amizade, essa união. Foi a melhor coisa que poderia ter nos acontecido — diz ela, que manteve o relacionamento mais longo com XY entre todas do grupo, de abril de 2013 a janeiro de 2015.
Jéssica, a baiana, diz que teve muita dor e riso logo após terem descoberto que não eram exclusivas. Nos dias em que uma delas acordava mais forte, apoiava a que estava na pior. Foi assim quando elas se hospedaram na casa de Silvana, em São Paulo.
— No último dia, fui com a Sil a um shopping. E olha que loucura, vimos XY com uma nova vítima. Ele, claro, fingiu que não nos conhecia. Fui chorando para o aeroporto, mas a Sil me consolou. Disse que aquele momento tinha sido a deixa para dar um ponto final nessa história — lembra Jéssica, a namorada que mais se irritou ao saber de uma das estratégias de XY: depois de escolher um presente, comprava quatro iguais. E claro que apresentava o regalo como se tivesse sido pinçado especialmente para sua cara metade. Ela se relacionou com ele de fevereiro a dezembro do ano passado.
Mas, afinal, como elas conheceram XY?
— Pela internet — conta Marjory. — Às vezes, ele não atendia às ligações ou não respondia às mensagens, o que eu achava estranho. Depois, ele dizia que a conexão estava ruim ou que o celular estava no carregador, por isso não tinha ouvido tocar. Outro detalhe: XY passava muito tempo no banheiro. Cheguei a achar que ele tinha uma sensibilidade intestinal. Depois, entendemos que era quando ele se comunicava com as outras.
Jéssica brinca que ele devia ter duas outras mulheres na casa dos 30, já que ela e Marjory têm 20 e poucos, e Roberta e Silvana têm 43 e 44, respectivamente. Mas como ele administrava os quatro relacionamentos?
— Ele fazia um rodízio — explica Silvana. — Comigo, sempre dizia estar cansado às sextas, que iria dormir.
— Comigo, a folga era no sábado. Mas havia também a desculpa das viagens a trabalho — frisa Roberta.
Três das então quatro namoradas vivem em São Paulo. E o risco de XY ser visto acompanhado?
— A desculpa para não sair de casa é que ele não queria que me olhassem — conta Marjory.
Apesar das ausências e da possessividade, ele devia ter seu charme, ou não teria mantido o interesse de quatro mulheres independentes.
— Ele nos fazia sentir especiais. Quando preparava um jantar, dizia “Nunca fiz isso pra ninguém” — conta Silvana.
XY tinha seus arroubos generosos:
— Me presenteou com uma viagem juntos à Itália— lembra Roberta.
— Também me levou à Itália. E pagava tudo — emenda Silvana.
— Ele mostrava que queria cuidar da gente. Não tinha como não se envolver. Apesar de um ou outro detalhe menos charmoso... Ele usava mocassins com uma meinha meio feminina e passava um pozinho no cabelo, para a calvície — lembra Roberta.
E existiam os detalhes assustadores: XY reclamava de decotes, incitava discussões para poder sumir por alguns dias, escolhia roupas, fazia as sobrancelhas de uma delas... Sempre com a desculpa de que era por amor.
Hoje, o quarteto pensa em um livro.
— Queremos abordar com humor e informação um psicopata narcisista — conclui Silvana.
QUEM SÃO ELAS?
Silvana Mattievich
Carioca que mora há 4 anos em SP, é designer e artista gráfica. Adora natureza, arte e viajar. Faz ioga, corre, desenha e pinta. Calma e equilibrada. 44 anos
Roberta Rodrigues
Paulistana, é empresária, ama um bom vinho, viajar, dançar e esportes radicais. Personalidade sedutora e sensual. 43 anos
Jéssica Vilas Boas
A baiana do grupo. Nutricionista, é louca por malhação. Está treinando para competir no fisiculturismo. Divertida e brincalhona. 25 anos
Marjory Queiroz
Paulista, estudante de moda e stylist, é apaixonada por cachorros e viciada em redes sociais. A mais explosiva e intensa das quatro. 23 anos.

http://ela.oglobo.globo.com/vida/mulheres-ficam-amigas-apos-descobrirem-que-todas-as-quatro-tinham-mesmo-namorado-15913916

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Katita


quinta-feira, 16 de abril de 2015

A despedida de Gisele Bündchen em vídeo!



Tem uma coisa que todo mundo concorda é que Gisele é uma DIVA! A top número 1 em beleza, simpatia e profissionalismo. Na noite da última quarta-feira, 15, despediu-se  das passarelas em um desfile emocionante para a Colcci, durante o São Paulo Fashion.
 Para sua última apresentação, Gisele reuniu amigas de longa data para que se apresentassem juntas pela última vez. Carol Ribeiro, Luciana Curtis, Ana Claudia Michels e Fernanda Tavares fizeram a última entrada do desfile vestindo jeans e camisetas com fotos de Gisele. Em seguida, a top entrou desfilando entre as modelos e agradeceu ao público pelo carinho em sua última aparição nas passarelas.
E o puxão que a Fernanda Tavares deu em Gisele? Kkkkk Foi o calor da emoção rsrrs.  Repercutiu na web.

Já estou com saudades da Gisele rsrrs. 


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sábado, 11 de abril de 2015

Modelo descobre câncer, abre mão de desfiles, mas não desiste de ser mãe




História muito especial. Guerreira de verdade. Vale a pena ler.

Heloísa Orsolini, de Piracicaba, se manteve firme durante o tratamento.
'Eu aguento um câncer, mas não a notícia de não poder ter filha', disse.
Ela tinha fechado três grandes trabalhos como modelo e já fazia planos para ser mãe quando descobriu um câncer aos 28 anos. O frio na barriga por saber que enfrentaria um período desconhecido de turbulência foi imediato. O rompimento do contrato com as agências foi inevitável. Mas, o que mais deixou Heloísa Orsolini inconsolável, foi saber, logo após o tratamento, que não poderia engravidar. “Eu aguento um câncer, mas não a notícia de que eu não poderia ter um filho”, falou. E não desistiu do sonho.
 Formada em economia pela Universidade de São Paulo (USP) e professora de Yoga, Heloísa já pensava em deixar a carreira de modelo para se dedicar à “carreira de mãe” (veja galeria de fotos). No meio dos planos, entretanto, ela começou a sentir uma forte dor no pescoço. “Como sou alta, de vez em quando eu tenho essas coisas, então eu deito no chão e faço alongamento. Mas, daquela vez, não passou. Fiquei um mês assim”, contou.
 A dor desceu para o braço, que ficou roxo e inchado, e, então, ela foi diagnosticada com uma trombose. “O médico achou que era por causa do anticoncepcional que eu tomava, mas meu marido sempre falava para eu investigar o câncer. Aí eu lembrei que uma médica tinha pedido uma tomografia de tórax, seis meses antes, e que eu não tinha feito. Fiz e descobri um tumor de 11 centímetros no mediastino, que é o espaço existente entre os dois pulmões”, relatou.
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Quando ela foi encaminhada para o oncologista, entretanto, o médico disse que  poderia ser apenas uma inflamação. Para surpresa, o resultado da biópsia, deu negativo. Heloísa ficou 21 dias no hospital tratando pneumonia, teve alta, mas duas semanas depois teve outra trombose. Então, foi feita uma nova biopsia, que acusou um linfoma.
 O câncer já era de nível quatro e a modelo tinha focos de linfoma em 16 lugares. “Na hora eu fiquei aflita, primeiro porque eu sempre quis ser mãe e segundo porque eu ia perder o cabelo, isso é inevitável”, lembrou.
 Tratamento
Heloísa fez oito sessões de quimioterapia durante seis meses e, no mesmo período, tomava injeções na barriga contra trombose. “Meu médico garantiu que esse tratamento não prejudicava a fertilidade e disse que eu poderia ser mãe, então eu fiquei tranquila”, falou.
A jovem se manteve firme durante esse período. “Eu tive pouca fraqueza, uma afta ou outra e um pouco de enjoo, mas nenhum sintoma foi muito forte. Acho que o fato de eu levar uma vida saudável antes, me fez passar pela doença muito melhor. Eu quase não inchei, não emagreci e nem engordei”, falou.

Bonita por natureza, Heloísa fez questão de manter os cuidados com a beleza, sem deixar o lado espiritual de lado. Maquiagem, lenços e perucas foram suas companheiras inseparáveis durante o tratamento. “Você tem que se ver bem para que a tua mente não te veja como uma pessoa doente, isso ajuda na cura. E as pessoas que iam me visitar já sabiam que eu estava doente, eu não precisava parecer assim. E foi muito bom, porque elas me diziam que eu estava corada e isso me animava”, comentou.
Blog
Também durante o tratamento, Heloísa procurou maneiras práticas de enfrentar a doença: descobriu novos jeitos de usar lenços na cabeça, buscou meios para manter em alta o humor e decidiu criar um blog para revelar todas as descobertas para quem passa pelo problema. “Era como se fosse uma missão, eu podia ajudar as pessoas dividindo minhas experiências”, afirmou.
A princípio, ela relatava como fazia para enfrentar o câncer. “Eu tenho uma personalidade muito prática, objetiva e analítica. E também tenho muita fé. Desde o começo, eu tinha uma certeza de que ia ficar tudo bem no final. Essa minha maneira de encarar a doença foi uma inspiração para muita gente e isso me motivava a manter o blog. Sem contar que ele me mantinha ocupada”, ressaltou.

Com dicas de como se cuidar, como reagir diante dos comentários das pessoas e até diante dos próprios sentimentos, Heloisa conseguiu muitos acessos. Dois mil em um único dia. “Muitas pessoas dizem que a gente não pode mais reclamar, que perder o cabelo é o de menos e eu dizia que não é por aí. Isso mexe com a gente sim e, às vezes, reclamar é inevitável. Então, as internautas se sentiam de alma lavada com o meu blog. Mas eu nunca imaginei que ele tomaria essa proporção”, disse ela, que ainda mantém o porta ativo.
“Milagrinho”
Um bom tempo após o tratamento, Heloísa fez os exames hormonais para verificar a possibilidade de engravidar e, então, levou um susto quando soube que não tinha óvulos, segundo o resultado. “Aí eu fui buscar terapia. Não suportei essa notícia”, falou.
 O oncologista dela, entretanto, ainda garantia que a quimioterapia que ela fez não comprometia a fertilidade. “Aí eu conheci um médico que me disser para ter calma, porque o exame dizia uma coisa, mas meu corpo mostrava outra. Ele falou que meu corpo estava como uma casa que não tem energia elétrica, mas está com a luz acesa. E, então, me disse para tentarmos”, lembrou.
Dois meses depois, o coração dela ficou disparado quando a menstruação atrasou. Os  dois primeiros testes deram negativo para a gravidez, mas, por orientação do médico, sete dias depois Heloísa repetiu o exame, que comprovou a gestação. “Na hora liguei para o meu marido e para minha mãe, que quase bateu o carro", brincou. "Eu tenho vontade de chorar de alegria até hoje, quando olho para a Mariana e penso que ela é meu milagrinho”, disse emocionada.
 A filha completa 5 meses neste domingo (12). E mesmo sem ter passado o período de cinco anos de acompanhamento do câncer, aos 32 anos, com a filha nos braços, Heloísa tem o mesmo pensamento todos os dias. “Eu olho para ela e sempre lembro: como eu sou feliz”, finalizou.

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sexta-feira, 10 de abril de 2015

Receita Funcional: Isca de Frango Crocante Light

Modo de preparo:
Em uma tigela coloque os filézinhos de frango e o iogurte desnatado, tempere com o sal e pimenta do reino à gosto. Deixe nessa mistura por 1 hora aproximadamente. Passe os filézinhos na mistura de aveia e gergelim e vá colocando na forma antiaderente. Leve ao forno pré-aquecido (180º c) por 40 minutos aproximadamente.
Rendimento:

Serve 6 porções e tem 180 calorias.

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Receita funcional: Muffin protéico light

Light e super mega fácil de fazer!
Essa dá pra fazer com as sobras de legumes da geladeira , brócolis cozido, cenoura ralada, abobrinha, restinhos de carne ou frango... O que vale é aproveitar as sobras e preparar um prato nutritivo e com poucas calorias
Você vai precisar de 3 claras+1 colher sopa aveia em flocos ( pode ser amaranto ou quinoa)+ brócolis ou abobrinha ou cenoura cozidas+ 1/2 tomate picado sem semente+... salsinha e cebolinha + orégano ( amooo) sal e pimenta
Misture tudo e coloque em forminhas de muffin silicone ou unte uma travessa de vidro.
Leve ao forno 180 C por 20-25 minutos!

São 6 muffins e a de frango tem 47 calorias

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Você Bonita e Malu Lobo- Bolinho de Bacalhau light (30/03/2015)



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terça-feira, 7 de abril de 2015

Esmalte que detecta 'Boa noite Cinderela' gera polêmica

A ideia foi inicialmente elogiada, com centenas de milhares de curtidas e compartilhamentos no Facebook e no Twitter. "Com o nosso esmalte, qualquer mulher vai ter poderes para garantir discretamente sua segurança, simplesmente mexendo a bebida com o dedo", disse a empresa. "Se seu esmalte muda de cor, ela vai saber que algo está errado".

Segundo Adam Clark Estes, do blog Gizmodo, já existem métodos para testar bebidas para drogas. "Mas não é necessariamente fácil carregar estas coisas à noite e mostrá-las em bares".

No entanto, o projeto também recebeu críticas - e, surpreendentemente, de ativistas anti-estupro. "Agradeço que jovens queiram frear o assédio sexual, mas qualquer coisa que coloca o ônus sobre as mulheres para 'discretamente' evitarem serem estupradas perde o ponto", escreveu Jessica Valenti para o jornal britânico The Guardian. "Deveríamos estar tentando impedir o estupro, não apenas evitá-lo individualmente", disse.

Jessica argumenta que a promoção de produtos como o esmalte não é apenas ineficaz mas também pode levar à conduta de "culpar a vítima" se as mulheres não tomarem todas as precauções sugeridas.

Tara Culp-Ressler, para o blog Think Progress, também criticou tais produtos e disse que eles "reforçam a cultura de estupro" da sociedade.

Já Erin Gloria Ryan, na Jezebel, disse que melhorar a conscientização sobre assédio sexual poderia ser mais benéfico do que esmaltes que mudam de cor.

Apesar das críticas, a página da empresa no Facebook tem centenas de elogios - desde mulheres interessadas no produto, mães preocupadas com filhas e manicures que querem oferecer o novo esmalte a clientes.

E, claro, feministas criticando outras ativistas por serem contra a invenção. O grupo disse que o produto ainda não está à venda e que testes estão sendo realizados para que o esmalte detecte diversos tipos de drogas.

Fonte: Site Terra 


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Katita


sábado, 4 de abril de 2015

A surpreendente verdade que nunca contaram a você sobre ENDOMETRIOSE

O que é ENDOMETRIOSE?
Doença caracterizada pela presença do endométrio – tecido que reveste o interior do útero – fora da cavidade uterina, ou seja, em outros órgãos da pelve: trompas, ovários, intestinos e bexiga.
Todos os meses, o endométrio fica mais espesso para que um óvulo fecundado possa se implantar nele. Quando não há gravidez, esse endométrio que aumentou descama e é expelido na menstruação. Em alguns casos, um pouco desse sangue migra no sentido oposto e cai nos ovários ou na cavidade abdominal, causando a lesão endometriótica. As causas desse comportamento ainda são desconhecidas, mas sabe-se que há um risco maior de desenvolver endometriose se a mãe ou irmã da paciente sofrem com a doença.
É importante destacar que a doença acomete mulheres a partir da primeira menstruação e pode se estender até a última. Geralmente, o diagnóstico acontece quando a paciente está na faixa dos 30 anos.
Hoje, a doença afeta cerca de seis milhões de brasileiras. De acordo com a Associação Brasileira de Endometriose, entre 10% a 15% das mulheres em idade reprodutiva (13 a 45 anos) podem desenvolvê-la e 30% tem chances de ficarem estéreis.

Fonte: Dr. Sergio dos Passos Ramos CRM17.178 – SP

SINTOMAS
Os principais sintomas da endometriose são dor e infertilidade. Aproximadamente 20% das mulheres têm apenas dor, 60% têm dor e infertilidade, e 20% apenas infertilidade.
Existem mulheres que sofrem dores incapacitantes e outras que não sentem nenhum tipo de desconforto. Entre os sintomas mais comuns estão:
• Cólicas menstruais intensas e dor durante a menstruação;
• Dor pré-menstrual;
• Dor durante as relações sexuais;
• Dor difusa ou crônica na região pélvica;
• Fadiga crônica e exaustão;
• Sangramento menstrual intenso ou irregular;
• Alterações intestinais ou urinárias durante a menstruação;
• Dificuldade para engravidar e infertilidade.
A dor da endometriose pode se manifestar como uma cólica menstrual intensa, ou dor pélvica/abdominal à relação sexual, ou dor “no intestino” na época das menstruações, ou, ainda, uma mistura desses sintomas.
Fontes:
Dr. Sergio dos Passos Ramos CRM17.178 – SP
Lima, Geraldo Rodrigues de; Girão, Manoel J.B.C.; Baracat, Edmund Chada. Endometriose. In: Ginecologia de Consultório. 2003.1ª Edição. P.165-173. Editora de Projetos Médicos. São Paulo-SP.

DIAGNÓSTICOS
 O diagnóstico de suspeita da endometriose é feito por meio de exame físico, ultrassom (ultrassonografia) endovaginal especializado, exame ginecológico, dosagem de marcadores e outros exames de laboratório.
 Atenção especial deve ser dada ao exame de toque, fundamental no diagnóstico da endometriose profunda. Em alguns casos, o médico ginecologista solicitará uma ressonância nuclear magnética e a ecocoloposcpia.
 Fonte: Dr. Sergio dos Passos Ramos CRM17.178 – SP

EXAMES
A endometriose ainda é uma doença difícil de diagnosticar por meio do exame físico, ou seja, realizado durante a consulta ginecológica de rotina. Dessa forma, os exames de imagem são mais adequados para indicar a possível existência do problema, que será confirmada posteriormente por meio de exames laboratoriais específicos.
Entre os exames de imagem que podem sinalizar a endometriose, destacam-se:
Ultrassonografia transvaginal – Procedimento de menor custo, que permite a identificação de endometriomas, aderências pélvicas e endometriose profunda.
Ressonância magnética – Exame mais caro, a ressonância magnética apresenta melhores taxas de sensibilidade e especificidade na avaliação de pacientes com endometrioma e endometriose profunda.
Para identificar a existência da endometriose, outros exames complementares ainda podem ser solicitados pelo médico, como a ultrassonografia transretal, a ecoendoscopia retal e a tomografia computadorizada. Após a identificação de alguma alteração, o médico poderá optar por realizar uma biópsia da lesão encontrada, de modo a confirmar o diagnóstico. Essa avaliação será realizada por meio de exames chamados laparoscopia e laparopotomia.
Laparoscopia – Permite tanto o diagnóstico como o tratamento da paciente. O procedimento é realizado através de pequenas incisões na barriga, e a introdução de instrumentos telescópicos para a visualização, e se for o caso, para a retirada das lesões. A laparoscopia também permite a coleta de material para avaliação histológica e o tratamento cirúrgico das lesões. O ideal é que seja realizado após o término da fase de avaliação por meio dos métodos de imagem, permitindo que o diagnóstico e o tratamento possam ser feitos de maneira integrada – e evitando, assim, múltiplos procedimentos. A Laparoscopia é mais vantajosa que a Laparotomia, porque envolve um menor tempo de hospitalização, anestesia e recuperação, além de permitir uma melhor visualização dos focos da doença.
Laparotomia – É o procedimento tradicional e considerado mais invasivo em comparação à Laparoscopia.  Envolve uma incisão abdominal maior para acessar os órgãos internos, e pode ser indicada pelo médico dependendo das necessidades da paciente.
Hoje em dia, no entanto, existem diversos tipos de tratamentos não invasivos, que podem reduzir o número total de procedimentos a que a paciente é submetida. Vale ressaltar que a endometriose é uma doença crônica, e por isso o acompanhamento médico contínuo é fundamental.
Fonte:
PASSOS, Eduardo Pandolfi. et al. Videolaparoscopia. In: FREITAS, Fernando. (autor) et al. Rotinas em Ginecologia. Porto Alegre: Artmed, 2011, pp. 302-322.
SOUZA, Carlos Augusto B. et al. Endometriose. In: FREITAS, Fernando. (autor) et al. Rotinas em Ginecologia. Porto Alegre: Artmed, 2011, pp. 144-158.
UENO, Jogi. Laparoscopia x Laparotomia. Disponível em: < http://laparoscopiaginecologica.net.br/2013/07/laparoscopia-x-laparotomia/>. Acesso em 18 jul. 2013.

PREVENÇÃO
A endometriose é uma doença benigna, que se caracteriza pela proliferação do tecido chamado endométrio para fora da cavidade uterina, local em que ele normalmente se desenvolve. O crescimento do endométrio faz parte do ciclo reprodutivo da mulher. Ao longo desse período, o tecido cresce, e quando não ocorre gravidez ele é eliminado em forma de menstruação. Entretanto, em algumas mulheres algumas células desse tecido migram no sentido oposto, podendo subir pelas tubas e chegar à cavidade abdominal, multiplicando-se e provocando a endometriose.
Não há consenso médico sobre as causas que levam ao desenvolvimento da endometriose, de modo que ainda é difícil falar diretamente em prevenção. Entretanto, diversos estudos sobre as características das mulheres que têm a doença ajudam a medicina a se aproximar de maiores respostas.
Enquanto alguns fatores de risco para a endometriose são bem conhecidos, ainda não é claro como determinados comportamentos, tais como o uso de determinados medicamentos, drogas, entre outros fatores, poderiam aumentar ou diminuir as chances de desenvolver a doença.
Alguns estudos associam o padrão menstrual à ocorrência de endometriose: pacientes com fluxo mais intenso e mais frequente teriam mais risco de apresentar a doença.
A relação entre o uso de pílula anticoncepcional e a endometriose ainda é polêmica: há pesquisadores que encontraram aumento de risco, e outros que indicaram a redução ou ausência de efeito. Como alguns anticoncepcionais orais são utilizados por mulheres que apresentam cólicas menstruais (dismenorreia primaria), e a endometriose causa dor pélvica (dismenorreia e dispareunia), a pílula é muitas vezes prescrita para mulheres que têm a doença, sem que se tenha descoberto alguma relação de causa e efeito entre elas.
Filhas e irmãs de pacientes com endometriose têm maior risco de também desenvolver o problema. A identificação genética poderia ajudar a entender melhor a doença, mas é ainda difícil saber o quanto os genes realmente são relevantes em relação a outros fatores, como etnia e fatores ambientais.
Consumir muito álcool e cafeína são hábitos que têm sido associados ao aumento do risco ou piora do quadro de endometriose, enquanto fazer atividades físicas parece diminuir as chances de desenvolver a doença.
Com um debate científico ainda bastante acalorado sobre as causas da endometriose, o melhor que as pacientes podem fazer para manter a saúde em dia é consultar regularmente o ginecologista. Observar os sintomas e conhecer seu corpo também são atitudes que ajudam a perceber alterações, indicando a necessidade de voltar mais cedo ao consultório.
Fontes:
SOUZA, Carlos Augusto B. et al. Endometriose. In: FREITAS, Fernando. (autor) et al. Rotinas em Ginecologia. Porto Alegre: Artmed, 2011, pp. 144-158.
VARELLA, Drauzio. Endometriose: entrevista. Disponível em: < http://drauziovarella.com.br/mulher-2/endometriose-3/>. Acesso em 19 jul. 2013.
L.BR.03.2014.1648

TRATAMENTOS E CUIDADOS

Dois tipos de tratamento podem ser usados para combater as dores da endometriose: medicamentos ou cirurgia. Cada um deles tem suas especificidades, e cabe ao ginecologista avaliar a gravidade da doença em cada caso e recomendar o melhor tratamento. Vale lembrar que, dependendo da situação, ambos os procedimentos são feitos de maneira integrada.
 Tratamento cirúrgico:
Nesse procedimento, a endometriose é removida por meio de uma cirurgia chamada laparoscopia. Em alguns casos, é possível eliminar apenas os focos da doença ou as complicações que ela traz – como cistos, por exemplo. No entanto, em situações mais sérias, o procedimento precisará até remover os órgãos pélvicos afetados pela enfermidade. Dependendo das condições da doença, é possível recorrer a tratamento por laparoscopia, com laser.
 Também é possível a realização da videolaparoscopia, na qual diagnosticará o número de lesões, aderências, a obstrução tubária e já tratar a doença.
 Tratamento com medicamentos:
Existem diversos medicamentos disponíveis no mercado para tratar a endometriose, como: analgésicos, anti-inflamatórios, análogos de GNHR, Danazol e Dienogeste. Atualmente também é possível reduzir os sintomas utilizando o DIU com levonorgestrel.
 Antes de começar o tratamento, caso a paciente deseje engravidar, poderá ser indicado o encaminhamento para um Centro de Reprodução Humana, pois a melhor alternativa para a mulher que possui endometriose e deseja ter filhos é a fertilização in vitro. Isso porque a presença da endometriose não afeta as taxas de gravidez quando escolhido esse método.
É importante compreender que não existe cura permanente para a endometriose. O objetivo do tratamento é aliviar a dor e amenizar os outros sintomas, como favorecer a possibilidade de gravidez e diminuir as lesões endometrióticas.
 Fonte: Dr. Sergio dos Passos Ramos CRM17.178 – SP

CONVIVENDO
 Se a doença for detectada logo no início, o tratamento poderá ser instituído precocemente, aumentando a efetividade de alívio dos sintomas. Para isso, a mulher deverá relatar ao médico as situações atípicas e quaisquer outros problemas que possam ser sintoma da endometriose.
 Uma dica para ajudar a monitorar informações de dor relacionadas à endometriose é o aplicativo da Bayer gratuito para iPhone e iPad, chamado Meu diário mensal.
 O objetivo é auxiliar as mulheres com endometriose ou suspeita da doença, além de seus médicos, na coleta e organização de informações relacionadas ao ciclo menstrual, como dor, impactos nas rotinas diárias e padrão de sangramento. Dessa forma, a conversa com o especialista fica mais fácil.
 Fonte: Dr. Sergio dos Passos Ramos CRM17.178 – SP


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Katita

Outono Inverno 2015: Os batons da moda

Estou apaixonada pelos batons, que estão em destaque no Outono/Inverno 2015. Maravilhosos!!!

Batom Vinho:
Pesquisei a respeito e a dica é escolher um tom que valorize a sua cor de pele: o vinho mais puxado para o marrom combina com as morenas e negras.  Já os tons abertos ficam lindos em mulheres loiras e com a pele clara. 


Ah o vermelho!! O batom vermelho é o mais democrático de todos , porque  combina com qualquer tom de pele e pode ser usado em todas as ocasiões. 

Batom Claro e Nude
Os tons neutros e clarinhos também terão seu espaço nesta temporada. A cor nude, também conhecida como tom de pele, continua em alta. Mas a novidade está em acrescentar uma pitada de rosa aos lábios: tudo bem natural e suave.

Adoro os tons mais claros, mas o vermelho está me conquistando rsrrs. 
Não reparem nas minhas olheiras na foto rsrrs, só apliquei o batom.  Não sou expert em make e nem modelo. Aliás, a idéia do blog é justamente mostrar que não precisamos gastar muito dinheiro para cuidar da nossa imagem. Afinal, quem não gosta de se sentir  bonita? Está nos meus planos fazer um curso de auto maquiagem, aviso aqui no blog.  É bom lembrar que o batom escuro tem que ter cuidado dobrado ao ser aplicado.
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quarta-feira, 1 de abril de 2015

Treino Funcional na Praia







O treino funcional na praia é umas das atividades que mais gosto de participar e mais  queima calorias. Exercícios próximo ao mar... Tudo de bom, né gente?!
Pesquise  um pouco mais sobre essa modalidade e se anime! Venha fazer uma aula grátis.
Segue informações sobre essa  delícia de atividade, virou uma verdadeira febre nas areias de Santos:

 "Todos nós somos biologicamente preparados para exercer as mais variadas funções. Mas, com a correria do dia a dia, acabamos deixando de exercitar um monte delas e o fato é que aquelas gordurinhas indesejadas começam a aparecer, atrapalhando que os músculos se desenvolvam como realmente devem.

O Treinamento Funcional surgiu exatamente para dar um fim nesses problemas, visando a exercitar o corpo por completo e buscando a superação do equilíbrio, força, flexibilidade, resistência, coordenação e velocidade. Agora, você deve estar se perguntando: E qual é a novidade? Aí, a gente responde: O local! Este método de treinamento físico, mais comum às academias, agora ganha novos ares e começa a ser realizado na praia.

“Com o tempo fomos percebendo que na academia não explorávamos tudo o que poderíamos. Fazendo o treinamento funcional na praia podemos diversificar e aumentar a intensidade dos exercícios, já que a areia contribui bastante para isso. Sem contar que, realizado ao ar livre, é muito mais divertido para quem pratica”

Como o trabalho é baseado na corrida, este tipo de treinamento exige bastante dos membros inferiores. Entre as atividades mais praticadas estão as que priorizam movimentos de agachar, avançar, puxar, empurrar, levantar e girar. O aluno trabalha, entre outras partes do corpo, panturrilha, glúteos e coxas. Tudo isso com o auxílio de cones, elásticos, bolas, cordas, bambolês, cintos de tração, escadas e até paraquedas."
http://www.suadieta.com.br/Materias/859/fitness/perca-calorias-na-praia

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Como saber se um produto tem alimento transgênico


Tenho muito interesse em alimentação saudável. E hoje,  escolhi para postar sobre um tema  que poucas pessoas tem conhecimento: alimentos transgênicos. Prefiro não consumi-los. Segue um artigo do site da Revista Ecológico , explicando como identificar esses alimentos: 

Você já deve ter notado que algumas embalagens vêm agora com um triângulo amarelo, com um “T” escrito dentro, não é? Significa que o produto contém algum transgênico em seus ingredientes. Agora esse alerta é obrigatório.
Esses dias fui comprar amido de milho (também conhecido pelo nome da popular marca ‘maizena’), e fiquei sem opção: simplesmente TODAS as marcas tinham o famigerado “T” em seus rótulos. Fazer o que, pensei, vou ter que levar milho transgênico pra casa.
Já pesquisei sobe os impactos de transgênicos sobre a saúde e sobre o meio ambiente, na época em que eles começaram a entrar no mercado e a legislação brasileira regulamentou o uso deles no País. Conclusão simples: até agora ninguém comprovou dano algum na saúde ou na natureza.
Transgênico é quando usam um gene de outro organismo (geralmente bactérias) para melhorar variedades de milho, soja ou outro produto agrícola. Há transgênicos que sobrevivem melhor a estiagens, pragas, etc. Eca, você pode pensar, vou comer bactérias? Não exatamente. Você vai comer pedaços de DNA produzidos por elas. E já come coisa muito mais esquisita, posso lhe garantir (fungos, lactobacilos, etc). O problema que pode ter é se você for alérgico a alguma substância que o milho, soja ou o que seja passa a produzir depois de ter recebido o DNA alheio. Não há evidências de que o DNA importado faça nenhum outro mal ao seu corpo.
Já ao meio ambiente, a história é mais complicada, na minha opinião. Há quem diga que as lavouras transgênicas façam os seus predadores (geralmente pragas como fungos de plantação e insetos) evoluírem mais rápido para superar a nova habilidade da planta. Mas não vejo por que isso seria exatamente ruim ecologicamente – mas sim economicamente. É como as bactérias e os vírus causadores de doenças, que acabam ficando mais resistentes porque sempre selecionados os mais fortes, ao usarmos remédios – por isso, meu caro, é importante seguir direitinho a receita médica e tomar os antibióticos por todo o tempo estipulado, para não deixar sobrar alguns super-vírus e bactérias para contarem a história pros seus netos.
Outro porém dos transgênicos no ambiente é que não tem como barrá-los. O pólen de um cultivo de milho transgênico na certa vai ser levado pelo vento e se misturar a outros milhos, não transgênicos, e logo não vamos ter mais tanto controle sobre o que é e o que não transgênico.

Minha opção? Prefiro NÃO-transgênicos. Por quê, se acabei de dizer que eles não são assim perigosos quanto alguns dizem por aí? Por isso aqui: transgênicos muitas vezes são feitos para resistir a altos níveis de agrotóxicos, para os produtores poderem tascar mais veneno nas plantações – e assim terem perdas mínimas. Quem ganha com isso são grandes empresas, como Monsanto, que vendem o transgênico e o agrotóxico. E o pior: geralmente as sementes são feitas de forma a não produzirem uma segunda ou terceira geração. Assim os agricultores são obrigados a sempre comprar da mão deles.
Transgênicos são uma das facetas de uma agricultura que não é a nossa cara. Gostamos mesmo é daquelas  lavouras de pequena escala, familiares, que produzem feijão, mandioca e outras delícias para nossa mesa, mais fresquinhas e menos exportadas. Por isso, se vejo o triângulo amarelo nos rótulos, prefiro não levar, obrigada.

Por Dan Lima e Carol Guilen I Fonte: Do nosso quintal pro Mundo. Revista Ecológico.

http://www.revistaecologico.com.br/noticia.php?id=1492

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